Incógnita.
Pra toda ação, existe uma reação.
Vivemos em uma sociedade. As vezes a chamo de hipócrita, as vezes de sedentária. Hora fazemos um mundo melhor, outra queremos derrubá-lo e esmaga-lo em pedacinhos tão minúsculos que nem os microscópios mais fodásticos conseguiriam encontrá-los. Sim, e pra tudo isso temos a devida resposta, ou, pra ser mais exata, temos o devido “troco”.
Em nossa vida pessoal, acontece a mesma coisa. Pode ser no trabalho, no estudo… Sempre existe.
Temos que conviver com pessoas, é a regra desta nossa sociedade. Devemos as tratar da forma que gostaríamos de ser tratados, pelo menos é o que dizem.
Valorizamos demais umas, enquanto deixamos de lado pessoas que poderiam precisar bem mais, ou que realmente merecem bem mais. Como destinguí-las? Daí só resta a você mesmo saber. As pessoas percorrem nossas vidas rapidamente. Sejamos firmes o suficiente para resgatar as que acharmos mais especiais.
E se acaso descobrirmos que elas “não nos merecem”, simplesmente, as deixamos. Por mais triste que seja… Ou quem sabe, elas o façam primeiro.
“Nada tem que ser da maneira como eu pensei. Tanto para convencer. Apenas o começo para mim. Ninguém se afasta tanto assim. Mas isso tanto faz(…) Eu não tenho o paraíso pra te oferecer. No fim da viagem. No fim desse rio. Um oceano nos espera, no fim desse rio(…) Não há trsiteza nas janelas e as flores são verdadeiras…”.